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Você esta em: Anestesia Computadorizada sem dor › MORPHEUS SISTEMA COMPUTADORIZADO DE ANESTESIA SEM DOR
![]() ![]() PRATICIDADE MODULAR O sistema computadorizado MORPHEUS de anestesia dental é completo: Graças a sua automação no MORPHEUS, as chamadas Técnicas Convencionais, tradicionais na clínica odontológica, poderão ser administradas com absoluta segurança no tocante à velocidade de aplicação. Força e Repetitividade COMO ANESTESIAR PASSO 1 – Punção inicial (durante a picada da agulha) Os PASSOS 1 e 2 serão realizados utilizando-se a FUNçãO INTRODUZIR, do MORPHEUS. Esta função entrega uma velocidade de injeção especialmente lenta justamente para propiciar uma penetração muito suave do líquido anestésico e assim, evitar a dor. é uma função residente no MORPHEUS, i. é, já vem pré programada, não sendo possível apagá-la. A função INTRODUZIR é acionada com o pé empurrando o pedal para o lado esquerdo. O PASSO 3 será realizado utilizando-se a FUNçãO INJETAR. Esta função entrega velocidades de injeção variadas conforme a técnica escolhida: para cada uma das 09 técnicas anestésicas residentes no MORPHEUS existe uma Velocidade de Injeção específica sendo que todas as vazões foram ajustadas para impedir a ocorrência de dor e efeitos colaterais. A função INJETAR é acionada com o pé empurrando o pedal para o lado direito. PASSO 1 – Punção inicial (detalhamento): A punção inicial deve ser feita sempre na faixa da gengiva inserida (aderida) tanto da arcada superior, como da inferior. A) Acione o pedal para a esquerda e verifique o gotejamento do anestésico na ponta da agulha (Note que o anestésico deve ser injetado de forma contínua durante todo o PASSO 1). B) Encoste a agulha com leve pressão sobre o tecido gengival. A inclinação da agulha em relação ao plano tecidual deve estar o mais paralela possível. D) Injete o volume médio de 0.10ml. Esta quantidade de anestésico irá E) Retire a agulha e aguarde 5 segundos. Nota: este procedimento de punção dispensa o uso de anestésico tópico. O PASSO 1 é feito de forma idêntica para todas as 09 técnicas anestésicas residentes no MORPHEUS, exceto a INFILTRATIVA (Fundo de Saco - Programa 01) e a REGIONAL DE MANDíBULA (Programa 02). PASSO 2 – Introdução da agulha (detalhamento): Nota: O ponto de Introdução da agulha é o mesmo onde foi feita a Punção inicial. Os tecidos já estarão anestesiados pelos procedimentos do PASSO 1. A inclinação da agulha muda agora para 45 graus em relação ao plano tecidual. B) Introduzir inicialmente todo o chanfro da agulha; esperar por 3 segundos com a agulha parada, enquanto o anestésico continua sendo injetado. C) Continuar a introdução da agulha até sentir que tocou o osso. D) Girar a angulação da agulha deslizando-a na parede óssea até a região periapical. Note que para a introdução da agulha deve-se injetar um pouco de anestésico, esperar 3 segundos para o estabelecimento da anestesia nos tecidos e, em seguida, introduzir a agulha mais um pouco e assim por diante, até que a agulha alcance a região periapical, onde será realizado o PASSO 3 (injeção da DOSE propriamente dita). é importante saber que em todos os PASSOS (1,2 e 3) o anestésico chega aos tecidos com velocidades de injeção residentes e ajustadas no MORPHEUS para que os tecidos sejam anestesiados antes da ocorrência de dor. PASSO 3 – Injeção da Dose (detalhamento): A) A agulha estando posicionada no ponto indicado pela Técnica escolhida, acione o pedal para a direita conforme figura abaixo, sentido INJETAR, e espere até que todo o volume da DOSE tenha sido injetado. B) Ao final da dose ouve-se um BIP e o Display apresenta a mensagem “ Fim de DOSE”. Retire a agulha. Cada uma das 09 Técnicas anestésicas residentes no MORPHEUS tem uma DOSE ajustada para produzir anestesia eficaz com duração média entre 1h e 1h30min. na grande maioria dos casos. Desvios decorrentes de condições fisiológicas individuais ou de especificações da droga anestésica podem ser corrigidos para maior, com DOSE adicional e para menor, com interrupção antes do “Fim de Dose”. Normalmente, anestésicos com vasoconstritor |
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