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MORPHEUS SISTEMA COMPUTADORIZADO DE ANESTESIA SEM DOR

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Disponibilidade: 10 DIAS
Garantia: 01 ANO
Fabricante: Meibach Tech
Por R$6.900,00
em 15x de R$536,59 ou R$6.555,00 à vista com desconto

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PRATICIDADE
O MORPHEUS foi concebido como uma unidade móvel leve e versátil para facilitar sua movimentação no consultório dentário, assim:
  • Recomenda-se seu posicionamento próximo ao profissional durante os
procedimentos de anestesia;
  • Afastá-lo após o uso para um ponto mais distante da área de trabalho durante o tempo restante da consulta para facilitar a movimentação do profissional.

MODULAR
A rápida montagem e desmontagem das partes facilita o transporte entre diferentes locais de trabalho.

O sistema computadorizado MORPHEUS de anestesia dental é completo:
preciso, robusto e com sofisticados recursos digitais.
Oferece nove (9) técnicas anestésicas residentes no equipamento bastando
escolher no teclado aquela de melhor indicação para cada caso.
Oferece também a alternativa de se programar posologias específicas para
pacientes pediátricos e pacientes especiais como gestantes, hemofílicos e
outros, bastando para isto escolher uma entre:
• 10 velocidades de injeção que vão de 0.1 até 1.0 ml/minuto (máxima velocidade segura), e
• 30 doses que vão de 0.05 a 1.50 ml (volume do cartucho = 1.8 ml).

Graças a sua automação no MORPHEUS, as chamadas Técnicas Convencionais, tradicionais na clínica odontológica, poderão ser administradas com absoluta segurança no tocante à velocidade de aplicação.

As Técnicas Avançadas são recursos verdadeiramente inovadores dentro da Anestesiologia Odontológica, uma exclusividade do MORPHEUS, garantida por patente autorizada nos EUA (U.S.Pat. #6,139,529).

Força e Repetitividade
Engenharia robusta que permite injetar com máxima precisão e regularidade em
tecidos com qualquer tipo de resistência .
Controle Inigualável
Precisão na velocidade de injeção (vazão) e exatidão na dose.
Manejo leve e fácil condução da agulha.
Conforto e Segurança
Anestesias eficazes, seguras e sem dor.
Só uma máquina como o MORPHEUS oferece qualidade em anestesia na
maioria absoluta de casos.

COMO ANESTESIAR

PASSO 1 – Punção inicial (durante a picada da agulha)
PASSO 2 – Introdução da agulha (durante o acesso ao ponto a ser anestesiado)
PASSO 3 – Injeção do líquido anestésico (durante a anestesia propriamente dita)

Os PASSOS 1 e 2 serão realizados utilizando-se a FUNçãO INTRODUZIR, do MORPHEUS. Esta função entrega uma velocidade de injeção especialmente lenta justamente para propiciar uma penetração muito suave do líquido anestésico e assim, evitar a dor. é uma função residente no MORPHEUS, i. é, já vem pré programada, não sendo possível apagá-la. A função INTRODUZIR é acionada com o pé empurrando o pedal para o lado esquerdo.

O PASSO 3 será realizado utilizando-se a FUNçãO INJETAR. Esta função entrega velocidades de injeção variadas conforme a técnica escolhida: para cada uma das 09 técnicas anestésicas residentes no MORPHEUS existe uma Velocidade de Injeção específica sendo que todas as vazões foram ajustadas para impedir a ocorrência de dor e efeitos colaterais. A função INJETAR é acionada com o pé empurrando o pedal para o lado direito.

PASSO 1 – Punção inicial (detalhamento):

A punção inicial deve ser feita sempre na faixa da gengiva inserida (aderida) tanto da arcada superior, como da inferior.
A gengiva inserida é o tecido presente em toda a face vestibular nas duas arcadas dentárias, sendo rica em fibras colágenas. Trata-se, na realidade, de um espessamento da mucosa – espécie de “calo” formado pela aposição de fibras colágenas resultante da massagem alimentar sobre a gengiva – as terminações nervosas acabam ficando num plano mais profundo em relação à superfície tecidual.
Por esta razão, deve-se trabalhar com a agulha sempre num plano o mais superficial possível para que a Punção inicial seja coroada de sucesso pela ausência total de dor.

A) Acione o pedal para a esquerda e verifique o gotejamento do anestésico na ponta da agulha (Note que o anestésico deve ser injetado de forma contínua durante todo o PASSO 1).

B) Encoste a agulha com leve pressão sobre o tecido gengival. A inclinação da agulha em relação ao plano tecidual deve estar o mais paralela possível.
C) Deslize suavemente a agulha para frente até que todo o seu chanfro seja introduzido no interior da gengiva. A agulha deve ficar o mais superficial possível, sendo vista, por transparência tecidual, no interior da gengiva.

D) Injete o volume médio de 0.10ml. Esta quantidade de anestésico irá
garantir que o “botão” anestesia atinja profundidade suficiente para que o
início do PASSO 2 – “Introdução da agulha”, também ocorra sem a
presença de dor.

E) Retire a agulha e aguarde 5 segundos.

Nota: este procedimento de punção dispensa o uso de anestésico tópico. O PASSO 1 é feito de forma idêntica para todas as 09 técnicas anestésicas residentes no MORPHEUS, exceto a INFILTRATIVA (Fundo de Saco - Programa 01) e a REGIONAL DE MANDíBULA (Programa 02).
A técnica anestésica PALATINA (Programa 03) requer a mesma seqüência indicada acima (vestibular na gengiva inserida), porém, via palato.
segundos.

PASSO 2 – Introdução da agulha (detalhamento):
A) Acione novamente o pedal para a esquerda e verifique o gotejamento do anestésico através da agulha, como no PASSO 1;
(Note que, também aqui, o anestésico deve ser injetado de forma
contínua durante todo o PASSO 2)

Nota: O ponto de Introdução da agulha é o mesmo onde foi feita a Punção inicial. Os tecidos já estarão anestesiados pelos procedimentos do PASSO 1. A inclinação da agulha muda agora para 45 graus em relação ao plano tecidual.

B) Introduzir inicialmente todo o chanfro da agulha; esperar por 3 segundos com a agulha parada, enquanto o anestésico continua sendo injetado.

C) Continuar a introdução da agulha até sentir que tocou o osso.

D) Girar a angulação da agulha deslizando-a na parede óssea até a região periapical. Note que para a introdução da agulha deve-se injetar um pouco de anestésico, esperar 3 segundos para o estabelecimento da anestesia nos tecidos e, em seguida, introduzir a agulha mais um pouco e assim por diante, até que a agulha alcance a região periapical, onde será realizado o PASSO 3 (injeção da DOSE propriamente dita).

é importante saber que em todos os PASSOS (1,2 e 3) o anestésico chega aos tecidos com velocidades de injeção residentes e ajustadas no MORPHEUS para que os tecidos sejam anestesiados antes da ocorrência de dor.

PASSO 3 – Injeção da Dose (detalhamento):

A) A agulha estando posicionada no ponto indicado pela Técnica escolhida, acione o pedal para a direita conforme figura abaixo, sentido INJETAR, e espere até que todo o volume da DOSE tenha sido injetado.

B) Ao final da dose ouve-se um BIP e o Display apresenta a mensagem “ Fim de DOSE”. Retire a agulha.

Cada uma das 09 Técnicas anestésicas residentes no MORPHEUS tem uma DOSE ajustada para produzir anestesia eficaz com duração média entre 1h e 1h30min. na grande maioria dos casos. Desvios decorrentes de condições fisiológicas individuais ou de especificações da droga anestésica podem ser corrigidos para maior, com DOSE adicional e para menor, com interrupção antes do “Fim de Dose”. Normalmente, anestésicos com vasoconstritor
aplicados com o MORPHEUS tem efeito mais duradouro. Isto porque, sendo a velocidade de aplicação muito baixa, o efeito de vaso constrição fecha
os vasos rapidamente impedindo que a droga permeie por espaços mais amplos, ficando restrita e concentrada no local da aplicação, portanto melhor
aproveitada em seu efeito.
IMPORTANTE: Necessidade especiais de volumes anestésicos diferentes dos oferecidos em cada uma das 09 Técnicas anestésicas residentes no
equipamento podem ser atendidas através de programações personalizadas nos programas entre 11 e 20 “POSOLOGIA”.

 
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